ARTE INDÍGENA NA FUCHIC

ETNIA APURINÃ

A etnia indígena Apurinã utiliza a semente de tucumã para produzir alguns colares e pulseiras. Para eles esses adornos têm propriedades energéticas e servem como protetor espiritual. O processo começa com os coquinhos de tucumã, que após a colheita são quebrados e furados, para depois serem cortados de forma arredondada. Eles são todos colocados em um arame para serem lixados e o formato ficar mais uniforme. Depois desse passo, a linha é trocada para uma de algodão e o acessório está pronto para uso.  

ETNIA BANIWA

Os Baniwa fazem parte de um complexo cultural de 22 povos indígenas diferentes, que vivem no norte do Amazonas. Os trançados feito por eles com Fibras de Arumã tem uma simetria  gráfica rigorosa e cada um dos grafismos tem um significado que remete a natureza. além das cestas de arumã e de peças incríveis de cerâmica, eles também fazem a pimenta jiquitaia, uma tradição milenar que já é usada em vários restaurantes pelo Brasil.

ETNIA BARÉ

Os índios da etnia Baré vivem ao longo do alto Rio Negro, no norte do Amazonas. Eles fazem diversos artesanatos em piaçava, como acessórios e cestarias. A piaçava tem uma fibra muito flexível e resistente e só pode ser colhida uma vez por ano, para que possam se formar fibras mais longas. As peças feitas com esse material normalmente são muito resistentes e duráveis.

ETNIA DESANA

Esse grupo indígena habita no noroeste do estado brasileiro do Amazonas. Os Desana são especialistas em certos tipos de cestos trançados com Cipó Ambé, uma fibra vegetal, extraída de forma ecologicamente correta, que garante o sustento sem agredir a floresta. Essa planta vive grudada em galhos de árvores altas, que podem estar em terra ou à beira de igarapés, pequenos rios no meio da Floresta.

ETNIA GUARANI

Os objetos Guarani eram usados no dia-a-dia e em seus rituais. Hoje em dia são comercializados como artesanato como fonte de renda e também como forma de manter sua cultura viva. Eles trabalham com  cestarias, instrumentos musicais, esculturas em madeira, utensílios de caça e adornos. O processo envolve a coleta da matéria-prima na mata, sua preparação como corte secagem e tingimento até a confecção das peças.

ETNIA KADIWÉU

Os índios Kadiwéu produzem uma cerâmica que está entre as melhores do Brasil. A matéria prima para o trabalho é um barro de  consistência e tonalidade ideais para uma cerâmica mais resistente e durável.   Os pigmentos são obtidos através da mistura de diversos materiais naturais. A cerâmica possui um estilo que contribui para a reafirmação das tradições culturais e preservação da identidade étnica do grupo. 

ETNIA KORIPAKO

Os Koripaco, vivem no Alto Içana no Amazonas, próximo à fronteira da Colômbia. Eles são excelentes artesãos e, assim como os Baniwa, também confeccionam belíssimas cestarias de arumã. eles também fabricam redes com fibra de Buriti  e raladores de mandioca.

ETNIA MARUBO

Os índios da etnia Marubo vivem, em sua maioria, na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas. O artesanato feito por eles é sabedoria que vem das pontas dos dedos. Eles utilizam sementes e plástico e PVC reaproveitados para confecção de diversos acessórios. Esse material era descartado no entorno das aldeias e, com inovação e criatividade, passou a ser transformado em contas simetricamente perfeitas pelas pontas dos dedos das artesãs Marubo.  

ETNIA MATIS

Os Matis são um grupo indígena que vive no sudoeste do Amazonas, na Terra Indígena Vale do Javari. Eles são os únicos povos indígenas brasileiros que fazem máscaras de cerâmica. Elas têm relação com espíritos ancestrais conhecidos como “Mariwin”. Esses espíritos vivem nas roças e crescem nas palmeiras das antigas aldeias. Eles têm o papel de disciplinar as crianças da aldeia com o objetivo de torná-las mais fortes.

ETNIA MEHINAKO

Os Mehinako são um povo originário do Alto do Xingu que vivem no estado do Mato Grosso e são Excelentes artesãos. os homens que confeccionam  os bancos tradicionais de madeira e as mulheres fazem as redes e cestaria. Os bancos são talhados a partir de um único tronco de árvore,  decorados com pigmentos naturais e sempre representam um animal brasileiro, como a onça, tamanduá, anta e pássaros.

ETNIA OFAYÉ

Artesanato que valoriza a história, os costumes e a memória cultural do povo Ofayé! Através de aulas de estamparia, costura, bordado e tingimento vegetal, eles produziram uma coleção de tecidos e objetos que incorporam a natureza que os cerca e os grafismos tradicionais. As peças encantam pela simplicidade e originalidade. Tudo é feito pelas próprias artesãs, que também bordam a mão alguns detalhes no pano, como os nomes dos animais na língua Ofayé e os contornos de alguns desenhos.

ETNIA PATAXÓ

Os Pataxó vivem em diversas aldeias no extremo sul do Estado da Bahia e norte de Minas Gerais. O artesanato é feito a partir do que a natureza oferece. Toda a produção artesanal está ligada às necessidades do cotidiano artesanatos e a proteção espiritual. é uma das maneiras do povo pataxó manter viva a cultura, é no artesanato que os pataxós criam o que foi aprendido com os antepassados, cada artesanato tem um significado e um jeito para ser usado.

ETNIA PIRA-TAPUYA

Os índios Pira-Tapuya vivem às margens do Rio Uaupés e seus afluentes, juntamente com mais 17 etnias. Eles fazem parte da família linguística Tukano Oriental e autodenominam-se Waíkana. Eles também vivem em localidades do Rio Negro e em São Gabriel. Produzem caixinhas artesanais com a fibra do tucum, uma espécie de linha bastante resistente, conhecida como “linha da lealdade”.

ETNIA TERENA

Os índios Terena tem o artesanato como forma de subsistência há muitas gerações. A argila das escultura é preparada com cinzas para que fique mais resistente e, depois de modelada, ela passa um dia inteiro secando. só então é pintada com uma terra vermelha. Após isso, ela é alisada com uma pedra e colocada novamente para secar ao sol por mais um dia inteiro. então ela é levada para a queima, feita em fogueiras a céu aberto ou em fornos rudimentares, usando lenha como combustão.

ETNIA TIKUNA

Os Tikuna são o mais numeroso povo indígena na Amazônia brasileira. Eles mantêm uma arte singular e bem característica da identidade cultural dessa etnia. Os acessórios feitos por eles são sempre únicos, confeccionados com fios de algodão e uma variedade de sementes naturais e cocos. A comercialização de artesanatos é uma atividade que ajuda a manter viva a riquíssima cultura Tikuna.

ETNIA TUKANO

A cerâmica Tukano é feita apenas por mulheres, seguindo uma tradição milenar que confere genuinidade e autenticidade às peças, além de valorizar os saberes ancestrais. Tudo começa com a mistura da argila e a modelagem. Depois disso as peças são queimadas com lenhas reaproveitadas em um forno de barro. Quando secas, elas são alisadas com pedras para receber a pintura com engobe. A cor preta é conseguida na finalização com uma etapa de defumação com cascas de árvores.

ETNIA WAURÁ

A etnia Waurá, da região do Xingu, é uma das poucas que domina com maestria o uso do barro na região. Com ele, são confeccionadas figuras zoomorfas variadas, além das panelas, que possuem diversos tamanhos e formatos. Elas são decoradas com pigmentos naturais como jenipapo e urucum. Além das cerâmicas, eles também fazem belíssimos acessórios com miçangas de vidro que representam a própria identidade da etnia e mantém vivos os traços da cultura Waurá.

ETNIA YANOMAMI

Os cestos Yanomami, feitos pelas mulheres, são trançados de cipó titica com fios de fungo negro chamado de  përɨsɨ, usado para fazer os grafismos únicos na cestaria. mais de 25 mil pessoas que vivem na Terra Indígena Yanomami, sendo essa uma das maiores tribos relativamente isoladas na América do Sul.   O desenvolvimento do artesanato Yanomami ajuda a preservar essa cultura ancestral e a fortalecer a identidade dessa etnia.

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