• Larissa Pampolha

Remos Indígenas do Xingu


Os remos são um dos utilitários indígenas mais importantes, que fazem parte da cultura e do dia a dia de diversas etnias. Eles são instrumentos importantes para a realização da pesca e locomoção entre as comunidades. Assim como outros objetos indígenas produzidos para uso no cotidiano de cada etnia, como as cuias, cestos, redes, flechas, bancos, esculturas, mantos e cocares, os remos também começaram a ser usados na decoração.

As formas de manipular pigmentos, plumas, fibras vegetais, argila, madeira, pedra e outros materiais conferem singularidade à produção indígena. Entretanto, cada povo possui particularidades na maneira de se expressar e de conferir sentido às suas produções, já que a as técnicas são ensinadas ao longo das gerações. Isso é o que permite distinguir os trabalhos de uma tribo dos de outras. As cores mais usadas pelos índios para pintar as peças artesanais são o vermelho muito vivo do urucum, o negro esverdeado da tintura do suco do jenipapo e o branco da tabatinga.

Esses remos são feitos por três das quatorze etnias que habitam o Parque Nacional do Xingu, no estado do Mato Grosso: os Umutinas, Kamayurá e Waurá.

Os Umutinas habitam a margem direita do rio Paraguai. Tem uma história triste, quando no início do século 17 quase toda a população foi dizimada pela guerra de extermínio. Por isso hoje lutam muito pela preservação de sua cultura e tradições e valores. Os Kamayurá vivem entre os rios Kuluene e Kiliseu, no Alto do Xingu. A etnia, conhecida também por Kamayurás, sempre se manteve na mesma região, próxima a "água grande", significado de Ipavu, nome dado à lagoa perto da aldeia. Os Waurá moram na região sul do Parque Indígena do Xingu, numa aldeia principal com cerca de 340 pessoas. Entretanto, eles também dirigem também uma aldeia agrícola e um Posto Indígena de Vigilância.

Hábeis artesãos, os índios produzem diversos tipos de artefatos para atender suas necessidades cotidianas e rituais. Assim surgem fantásticos trançados que tomam a forma de cestos, bolsas e esteiras, moldam a cerâmica que dá origem a panelas e esculturas, entalham a madeira da qual nascem armas, canoas remos, bancos, instrumentos musicais, máscaras e esculturas, e com habilidade e tecnologia, são transformados em verdadeiras obras de arte.

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