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Artesanato Brasileiro | Região Norte

June 29, 2018

O Artesanato Brasileiro é interpretado como um expressão cultural e está diretamente ligado ao turismo. Exatamente por isso, cada região tem sua peculiaridade. A Região norte do Brasil tem uma série de artesanatos típicos. É conhecida pelo artesanato indígena, mas também rica em técnicas como marchetaria, cerâmica, acessórios em palha, ‘biojóias’ e capim dourado. Vale lembrar também que a diversidade do nosso país é tão grande, que dentro de cada estado existem técnicas diferentes.

 

 

Marchetaria da Amazônia - ACRE

 

M. P. Silva, artesão do norte do Brasil, trabalha com marchetaria em madeira, uma técnica de ornamentação que usa pedaços dessa matéria prima para criar um desenho em diversas superfícies, como esculturas, móveis, utilitários, painéis decorativos e acessórios. Para os trabalhos, são usadas cerca de 156 espécies de árvores. As principais são o mogno, cerejeira, sucupira, imbuia, cedro, caviúna, murapiranga e o ipê. As cores aplicadas nas peças também são naturais, o que aumenta a qualidade do trabalho. Apenas a cor azul é produzida através de um efeito químico, fazendo a árvore crescer com esta tonalidade.

 

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Cerâmica Marajoara – PARÁ

 

A cerâmica marajoara é a mais antiga dentre as artes em cerâmica do Brasil. Ela começou a ser produzida pelos índios da Ilha do Marajó. Muito sofisticadas, as peças são elaboradas e feitas com técnicas diferentes de ornamentação. A produção é variada, e inclui objetos como brinquedos, pratos, urnas funerárias, apitos, chocalhos, estatuetas e vasos. Essa é uma arte considerada uma das maiores riquezas da cultura do Norte brasileiro e é reconhecida mundialmente.

 

 

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Brinquedos de Miriti - PARÁ

 

Os brinquedos de miriti são típicos do estado do Pará. A matéria-prima é extraída das palmeiras de Buriti que crescem em várzeas e igarapés, pequenos rios que passam no meio da mata. A tradição dos brinquedos começou na cidade de Abaetetuba, sudeste do Pará, e foi sendo passada através das gerações.Após a extração da matéria prima da palmeira, o material e talhado com uma faca e um produto é usado para impermeabilizar. O acabamento é feito com uma lixa e depois o brinquedo é pintado com muito colorido.

 

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Cuias de Santarém - PARÁ

 

A tradição do artesanato com as cuias em comunidades próximas a cidade de Santarém, no Pará, existe há mais de dois séculos e é uma herança dos índios Tupaiu, Tapajós e Munduruku. Elas já se tornaram um símbolo do estado do Pará. As cuias são registradas desde 2009 pelo  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capim Dourado – TOCANTINS

 

Uma das características mais famosas do Capim Dourado é a semelhança com os fios de ouro. As peças feitas com esse material são belíssimas e de um valor inestimável para a arte popular brasileira. A extração dessa matéria-prima tão única é feita na região do Jalapão, no estado do Tocantins. Tudo é feito de forma sustentável, pois o capim dourado é protegido e só pode ser colhido entre 20 de setembro e 20 de novembro para que não entre em extinção. O manejo é todo acompanhado e fiscalizado.

 

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Arumã – AMAZONAS

 

O Arumã é uma planta que cresce em regiões semi-alagadas, muito abundante na região amazônica. É uma espécie de cana com um caule liso e reto muito usado por etnias indígenas da região na confecção de artesanatos. Os trançados que formam a peça artesanal são muito simétricos e normalmente formam um grafismo indígena. Para o acabamento normalmente são utilizados cipós, mais isso depende do tipo de artesanato confeccionado.

 

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Acessórios Indígenas – PARÁ

 

Uma das etnias mais importantes do Brasil, os Kayapó são os responsáveis pela confecção destes acessórios de miçangas. Eles vivem na Floresta Amazônica, no estado do Pará, e são conhecidos pela valentia na hora de defender a cultura indígena e florestas. Por habitarem em uma vasta área na Amazônia Legal, eles ainda conseguem manter a grande maioria dos costumes intactos. Eles são caçadores, pescadores, coletores, agricultores e artesãos. Vivem de riquezas naturais e os trabalhos manuais feitos por eles são sempre inspirados na natureza.

 

 

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Piaçava – AMAZONAS

 

O nome “piaçava” é de origem tupi, traduzido como “planta fibrosa”, já que a palmeira produz uma excelente fibra muito flexível, resistente, rígida, lisa, de textura impermeável e muito longa, podendo atingir até três metros de comprimento. Um dos destaques brasileiros no uso da piaçava é o designer Sérgio J Matos, que trabalha em conjunto com comunidades da Amazônia, aprendendo no local tudo sobre a cultura e a tradição artesanal para incorporá-las em peças com um design inovador que já ganharam até mesmo prêmios internacionais.

 

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Doutor da Borracha – ACRE

 

O látex extraído da seringueira, árvore nativa da Floresta Amazônica, foi usado amplamente na fabricação de medicamentos, tinta, pneus e solas de sapatos. Nas mãos do seringueiro José Rodrigues, a matéria-prima calça os pés com graça e cor. São botas, sapatilhas e até sandálias gladiadoras. Para criar os produtos, o “doutor da borracha”, como ficou conhecido, une os conhecimentos tradicionais, passados por seu pai, também seringueiro, com uma técnica que aprendeu durante um curso realizado no Acre, chamada Folha Semi Artefato (FSA).

 

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Encauchados da Amazônia – PARÁ

 

Os produtos com látex da Amazônia tem ganhado bastante notoriedade no país, especialmente através das mãos de arquitetos, designers e decoradores. Esses itens são resultado do projeto Encauchados de Vegetais da Amazônia, que busca incorporar a sabedoria tradicional dos povos indígenas na manipulação do látex.

 

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Todas essas peças você pode encontrar em nossas lojas:

 

Fuchic Jardins

Endereço: Alameda Franca, 1.167

Telefone: 11 3085-0434

Celular/Whatsapp: 11 97639-5311

E-mail: jardins@fuchic.com.br

 

Brasil Presente Guarulhos

Endereço: Aeroporto Internacional de Guarulhos, Terminal 3, Portão 317,  Embarque.

Celular/Whatsapp: 11 94540-7910

E-mail: aeroportogru@fuchic.com.br

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