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Artesanato Brasileiro | Região Norte | Parte II

July 11, 2018

Continuando a nossa série sobre o Artesanato Brasileiro em diversas regiões do Brasil, hoje falamos mais um pouco das belezas feita à mão na Região Norte! Os trançados com fibras de palmeiras locais, como o Tucumã e Jupati; sementes como a Jarina, conhecida como o Marfim da Amazônia; a semente de Morotó; reaproveitamento do coco de Babaçu; esculturas incríveis em madeira vazada; e, claro, o uso do látex em objetos decorativos e acessórios pessoais. A Região Norte tem muito a oferecer para o Artesanato Brasileiro! Confira um pouco sobre cada assunto abaixo: 

 

 

Sandália Orgânica da Amazônia - PARÁ

 

“Encauchados de Vegetais da Amazônia” é o nome da borracha natural produzida em seringais nativos por comunidades indígenas e tradicionais da Amazônia. A atividade totalmente sustentável, feita através do trabalho coletivo, é uma tecnologia social que busca incorporar o conhecimento prévio dessas comunidades com a manipulação do látex para gerar uma linha diversificada de produtos artesanais com muita qualidade. Os produtos são feitos inteiramente no ambiente rústico da floresta, em um processo simples, artesanal e mais barato de manuseio do látex. 

 

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Sementes de Morototó – AMAZONAS

 

Uma semente única, abundante na floresta Amazônica. Ela pertence à árvore de Morototó, uma espécie que pode crescer até 35 metros de altura. O tronco é envolto em uma casca com látex pegajoso, quase transparente. Essa árvore tem facilidade de se reproduzir em solos pobres, porém tem baixo teor germinativo, o que significa que o crescimento dela é lento. Por esse motivo, a extração das sementes de Morototó para o artesanato tem que ser feita de forma sustentável, utilizando apenas o que cai da árvore.

 

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Fibra de Jupati – PARÁ

 

O Jupatizeiro é uma palmeira encontrada às margens de rios de igarapés no norte do Brasil. Ela pode crescer até dois metros, e tem múltiplos caules. Dela podem ser aproveitados materiais como a fibra, o caule e as sementes. Muito utilizada em artesanatos trançados, com suas talas mais grossas são feitos cestos grandes, tradicionais, usados como depósitos de roupas e objetos. A fibra também é aproveitada para objetos do dia-a-dia de populações ribeirinhas, como chapéus e o covo utilizado para capturar camarões.

 

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Artesanato em Balata – PARÁ

 

A Balata é o látex de uma árvore chamada “balateira”, também conhecida como maparajuba. Ela é encontrada nos estados do norte do Brasil, principalmente em locais mais próximos da linha do equador. Dela, se extrai uma goma elástica e espessa, bem semelhante ao látex da seringueira. Essa goma é coletada em caixas, que formam blocos de cerca de 40kg. Eles são transportados do alto da serra pelos rios até a cidade mais próxima, onde são comercializados. Na mão dos artesãos, os blocos passam por um processo de limpeza, sendo cortados em pedaços menores. Esses pedaços são aquecidos em banho-maria, que transforma a balata em um material maleável.

 

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Fibra de Tucumã – PARÁ

 

No coração da Amazônia, no Rio Arapiuns, existe uma comunidade que faz a produção artesanal de cestarias em palha de tucumã. São cerca de 30 artesãs que, com a ajuda de projetos, resgataram essa tradição local. O trançado de fibras vegetais é uma das artes mais antigas do mundo. As populações tradicionais da Amazônia utilizam inúmeras fibras nativas, para tecer cestas, mandalas, bolsas e muitos outros produtos utilitários e decorativos.

 

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Babaçu – TOCANTINS

 

A babaçu é uma das mais importantes palmeiras brasileiras. Ela pode atingir até vinte metros de altura e suas folhas tem, em média, oito metros de comprimento. Ela é muito comum em alguns estados do Norte e Nordeste, e praticamente tudo extraído dela pode ser aproveitado. A palha, por exemplo, já é muito utilizada para fazer trançados e cestarias artesanais. Porém, o fruto do Babaçu só passou a ser utilizado para este fim recentemente. Eles tem um formato oval e alongado, surgem em grandes cachos e são duros como um coco.

 

 

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Jarina – PARÁ

 

A Jarina é uma palmeira nativa da região Amazônica, localizada principalmente nos estados brasileiros de Rondônia, Acre e Amazonas. Ela tem um crescimento muito lento, principalmente na parte do tronco, que só consegue atingir dois metros de depois de 35 anos. Por isso, a exploração da jarina se enquadra em uma política de desenvolvimento sustentável. O fruto, que contém as sementes, nasce logo abaixo das folhas, e pesa cerca de dez quilos. Cada fruto geralmente contém de quatro a nove sementes, mais ou menos do tamanho e formato de um ovo de galinha.

 

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Evandro Pires – RONDÔNIA

 

Evandro Pires de Almeida é natural do estado do Amazonas mas há quinze anos reside em Porto Velho, Rondônia. Quando completou vinte e três anos começou a produzir as suas primeiras peças, e atualmente é um artista consagrado pela sua incrível capacidade de transformar a madeira bruta em uma verdadeira obra de arte. Cercado pela floresta amazônica, Evandro tem na biodiversidade dessa imensa floresta tropical, a inspiração para a confecção de suas peças.

 

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As peças você pode encontrar em nossas lojas:

 

Fuchic Jardins

Endereço: Alameda Franca, 1.167

Telefone: 11 3085-0434

Celular/Whatsapp: 11 97639-5311

E-mail: jardins@fuchic.com.br

 

Brasil Presente Guarulhos

Endereço: Aeroporto Internacional de Guarulhos, Terminal 3, Portão 317,  Embarque.

Celular/Whatsapp: 11 94540-7910

E-mail: aeroportogru@fuchic.com.br

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