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Retrospectiva 2018

December 26, 2018

 

Um ano cheio de destaques e novidades de grandes Mestres Artesãos merece uma retrospectiva no nosso blog! Então se você perdeu os nossos textos mais importantes, dá uma olhada abaixo para não perder nada. Para ler mais, é só clicar no link abaixo do parágrafo! São diversas técnicas artesanais, mestres artesãos, expedições pelo brasil, arte popular, matérias-primas brasileiras e festas populares que fazem a Tradição Brasileira ainda mais rica! Espero que gostem, feliz 2019 a todos!

 

MESTRE CORNÉLIO

Um dos maiores símbolos do Piauí é a arte santeira. Utilizando a madeira de forma criativa, os Santeiros do Piauí criam imagens belíssimas em madeira, com qualidade e proporções impressionantes. A riqueza de detalhes e o acabamento primoroso desses trabalhos são vistos poucas vezes em peças do gênero. O Mestre Cornélio é um dos principais expoentes dessa arte. Filho de carpinteiro e marceneiro, ele começou a trabalhar com madeira muito cedo. Por necessidade se transformou em escultor em 1973, e acabou se apaixonando pela arte.

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MESTRE ZEZINHO DE ARAPIRACA

Criatividade e cor talvez sejam as duas palavras que melhor resumem a obra de José Cícero da Silva, o Mestre Zezinho de Arapiraca. A cidade que lhe emprestou o nome pelo qual é conhecido é considerada a capital do agreste de Alagoas. Foi lá que Zezinho começou a desenvolver o seu trabalho com a ajuda dos ensinamentos de outro grande mestre da arte popular alagoana e brasileira, Aluízio Nogueira Motas, o Mestre Lampião de Arapiraca.

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ESTAMPARIA OFAYÉ

O Povo Ofayé vive no município de Brasilândia, no Mato Grosso do Sul. Com o objetivo de valorizar a história, os costumes e a memória cultural dessa etnia, foi iniciado um projeto que os ensinou a confeccionar peças estampadas. Até então, os artesãos faziam apenas cestos e arco e flecha para uso próprio. Através de aulas de estamparia, costura, bordado e tingimento vegetal, eles conseguiram produzir uma coleção de tecidos e objetos que incorporam a natureza que os cerca e os grafismos tradicionais.

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ESPEDITO SELEIRO

“Seu” Espedito nasceu em 1939, registrado como Espedito Veloso de Carvalho, mas o ofício de seleiro, exercido desde cedo, o fez ser conhecido como Espedito Seleiro. Filho de vaqueiro, “seu” Espedito nasceu em Arneiroz, no Ceará, e aprendeu bem novo, aos oitos anos, com seu pai, o ofício de seleiro, confeccionando selas e outros equipamentos para vaqueiros, tropeiros e cangaceiros. Seu pai faleceu ainda novo, deixando dez filhos e algumas ferramentas de ofício. Espedito, o mais velho dos dez filhos, começou passou a sustentar toda a família, com a confecção de selas.  Nessa época já viviam em Nova Olinda e a venda foi ficando cada vez mais difícil, por conta da queda do trabalho de vaqueiro, resultado da crise na pecuária vivida após a mais longa estiagem do século XX que assolou o Ceará por longos cinco anos, entre 1979 e 1984.

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CERÂMICA WAURÁ | XINGU

A etnia Waurá, da região do Xingu, ao sul da Amazônia, é reconhecida por seu prolífico trabalho de cerâmica, especialmente pela fabricação de Kamalupe: panelas enormes de até dois metros de diâmetro. Um dos povos mais antigos da área, os Waurá residem majoritariamente no Parque Indígena do Xingu, no nordeste do Mato Grosso. O Parque foi  a primeira terra indígena homologada pelo governo federal, em 1961. E é lá que a tradição ceramista dos Waurá, que existe desde tempos imemoriais, segue viva.

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LEONILSON ARCANJO

Conhecido pelos seus amigos como Galeguinho, é um jovem artista alagoano nascido em Capela, cidade localizada na Zona da Mata de Alagoas. Ele é discípulo de um dos mais importantes mestres da cerâmica deste país, o João das Alagoas. Leonilson começou a trabalhar com o barro quando tinha apenas oito anos. Foi o seu pai Edmilson Holanda que o incentivou e que o levou até o ateliê do mestre João das Alagoas. De lá nunca mais saiu.

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TURIARTE, TRANÇADOS DA AMAZÔNIA

A técnica de trançado de palha da Turiarte é passada de geração em geração em comunidades amazônicas às margens do Rio Arapinus. É das folhas do tucumã, tipo de palmeira bastante encontrada no Pará, que os artesãos extraem a fibra usada para trançar cestos, mandalas, bolsas, colares vasos, baús com desenhos geométricos de estilo próprio e cores vibrantes. Em alguns casos, as fibras podem ser tingidas com pigmentos naturais, por processo de fervura de plantas encontradas na Amazônia.

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DOUTOR DA BORRACHA

O látex extraído da seringueira, árvore nativa da Floresta Amazônica, foi usado amplamente na fabricação de medicamentos, tinta, pneus e solas de sapatos. Nas mãos do seringueiro José Rodrigues, a matéria-prima calça os pés com graça e cor. São botas, sapatilhas e até sandálias gladiadoras. Para criar os produtos, o “doutor da borracha”, como ficou conhecido, une os conhecimentos tradicionais, passados por seu pai, também seringueiro, com uma técnica que aprendeu durante um curso realizado no Acre, chamada Folha Semi Artefato (FSA).

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MESTRE FIDA

Foi por um acaso que Valfrido de Oliveira Cezar, mais conhecido como Mestre Fida, passou a trilhar no mundo do artesanato. Há quase 20 anos ele decidiu reproduzir uma peça que o seu pai ganhou quando ele ainda era criança. Foi aí que surgiu o Homem Cata-Vento, inspirando no cata-vento que o seu pai tinha. “Eu nem sabia se o boneco ia girar ou não, mas eu tentei”. E o trabalho deu certo, tanto que hoje é uma das principais peças do artista.  

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EUFRÁZIO ARTE EM COURO

José Eufrásio Barbosa, mais conhecido como Seu Neném, ingressou na confecção de artigos em couro ainda pequeno, mais precisamente aos oito anos de idade, época em que ajudava o pai a produzir calçados masculino em sua própria sapataria, localizada no município de Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco.  Aos 14 anos, ele já produzia - além de sapatos para homens - calçados femininos, bolsas e cintos de couro. Dos 53 anos de vida do Mestre Seu Neném, 30 deles são totalmente de dedicação ao couro. “Já acordei às 3h da manhã muitas vezes com ansiedade para trabalhar”.

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Você pode adquirir estas peças em nossas lojas:

 

Brasil Presente Guarulhos

Endereço: Aeroporto Internacional de Guarulhos, Terminal 3, Portão 317,  Embarque.

Celular/Whatsapp: 11 94540-7910

E-mail: aeroportogru@fuchic.com.br

 

Fuchic Jardins

Endereço: Alameda Franca, 1.167

Telefone: 11 3085-0434

Celular/Whatsapp: 11 97639-5311

E-mail: jardins@fuchic.com.br

 

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